Prosimetron

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domingo, 10 de dezembro de 2017

Boa noite!

Continuamos na Galiza...


Pacotes de açúcar - 159

No último dia em Madrid almocei nesta taberna e gostei. Um sítio a repetir. 


A casa Viena Capellanes foi fundada em 1873 pelo empresário Matías Lacasa como padaria. Fabricava pão de Viena em Madrid. O nome provém da primeira padaria que abriu na calle Capellanes de Madrid (atual Maestro Victoria). Nos anos de 1930 já havia uma dezena de estabelecimentos em Madrid, entre os quais este da calle Goya. Em tempos a empresa foi dirigida por Ricardo Baroja y Nessi, e nela trabalhou o seu irmão Pío Baroja.

Marcadores de livros - 912


Para Justa e Maria Luisa.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Boa noite!

Uma canção com quinze anos: escrita por ocasião do afundamento do petroleiro Prestige na costa galega.

Marcadores de livros - 911


Gracias, Justa!



Jack London nos mares do sul

Esta exposição, que pode ser vista em Marselha até 7 de janeiro de 2018, é um convite à viagem e à aventura, símbolos da vida e da obra de Jack London. Apresentando objetos e documentos, alguns pela primeira vez, a mostra revive um dos desafios mais audaciosos do escritor: a sua viagem pelos mares do sul, entre 1907 e 1909.
A apresentação seguirá os arquipélagos visitados por London e pela sua mulher Charmian a bordo do barco Snark: Havai, as ilhas Marquesas, Taiti, Fidji, Samoa, Vanuatu, as ilhas Salomão... e mostra muitos dos papéis e objetos do próprio escritor.

Jack e Charmian London a bordo do Snark, nas ilhas Samoa, 1908.
Snark na baía de Taiohae, Nuku Hiva, ilhas Marquesas, 1907.

Li muito Jack London na minha juventude e um dos livros de que mais gostei foi Histórias dos mares do sul que li nesta edição:
Porto: Civilização, 1968

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Boa noite!


Quel amour d'enfant!

O título desta exposição foi tirado de um livro da Condessa de Ségur.
Quel amour d'enfant! traça a vida das crianças em marselha entre 1881 e 1968. 
A evolução do seu lugar na família e na sociedade serve de fio condutor a esta exposição que mistura documentos de arquivo, manuscritos e iconográficos, bem como objetos de vários museus marselheses e de particulares, distribuídos em sete núcleos: nascer, alimentar, cuidar e proteger, na escola, no trabalho, brincar e ler.


Marcadores de livros - 910


Aristide Maillol - La Femme à l'ombrelle, 1895
Paris, Musée d'Orsay

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Boa noite!

Biografias e afins


Não é a primeira vez que a autora se debruça sobre a vida extraordinária da musa de Éluard, Max Ernst e Dalí, mas esta nova obra beneficia de imagens menos conhecidas e, sobretudo, do acesso inédito aos arquivos da família Éluard.

Une vie de Gala, Flammarion, 232p, €29

Números


25 milhões

de euros, foi por quanto mudou de mãos esta Grande Femme II, 1960, de Alberto Giacometti. Destinava-se à praça em frente do Chase Manhattan Bank, em Nova Iorque, mas nunca " embarcou ".
Vendida na Christie's de Paris, no passado 19 de Outubro.

Um quadro por dia - 390


É de Ali Banisadr ( Teerão, 1976- ), iraniano da Diáspora a viver em NY, este In Medias Res, 2015, 167,6x223,5cm , vendido a 13 de Novembro na Sotheby's do Dubai .

Onde me apetecia estar - 151






Já apetecia " sair do frio ", e a pequena ilha de Tsarabanjina, no arquipélago das Mitsio, República de Madagáscar, seria uma boa opção : um dos 27 bungalows construídos pelo grupo hoteleiro Constance, camuflados pela vegetação, pescar, mergulhar ou apenas contemplar as águas paradísiacas .

Humor pela manhã


Bom dia !





R.I.P. Johnny 

Pacotes de açúcar - 158

Obrigada, Jad.

Marcadores de livros - 908

Ilustrações de André Letria.


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Boa noite!


Leituras no Metro - 295

Lisboa: Presença, 1999

Mais um policial de Donna Leon com o inspetor Guido Brunetti e como sempre passado em Veneza. Em Veneza e em Vicenza.
Um cadáver é encontrado num canal de Veneza. Pertence a um militar de uma base americana de Vicenza. O esconde este assassinato? Para além do Exército Americano, Brunetti vai encontrar pelo caminho a Máfia, numa conspiração que envolve lixos tóxicos.
Guido Brunetti é um apaixonado pela comida. Paola, a sua mulher, é uma exímia cozinheira.

Tramezzini são umas sandes que Brunetti come num bar «ao fundo da ponte dei Greci».
Fígado à veneziana com polenta que Guido e Paola acompanharam com um Pinot Noir:
«Paola cozinhava risotto con zucca, o que só havia naquela estação do ano, altura em que a abóbora atarracada de um verde-escuro, barucca, era trazida de Chioggia do outro lado da laguna(p. 153)

Marcadores de livros - 907

Verso e reverso.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Os meus franceses - 585

Um álbum de homenagem a Johnny Hallyday que dizem que vai desde o muito bom ao péssimo. Nunca fui fã deste cantor, mas sou-o de Benjamin Biolay que aqui interpreta uma canção escrita por Charles Aznavour:


Marcadores de livros - 906

Il. Flora Waycott

Sherlock Holmes no cinema

Em 1988, Sherlock Holmes já tinha sido interpretado por «64 atores em quase 200 filmes», segundo Eleanor Ringel, do New York Times (DN, Lisboa, 10 dez. 1988). A jornalista comparava este campeão com o conde Drácula (então com 130 filmes), Frankenstein (90) e Tarzan (83). Até a figura de Jesus Cristo só aparecera em 125 filmes.
Não se sabe quem foi o primeiro ator a representar esta personagem em Sherlock Holmes Baffled (1900), já que o filme se perdeu. Sherlock foi negro, em 1918, quando Sam Robinson o interpretou em Black Sherlock Holmes. John Barrymore foi outros dos Sherlock, em 1922.
Escreve Eleanor Ringel : «Talvez o nosso fascínio em relação a Sherlock Holmes perdure, porque, para lá da nossa admiração, ele convida à nossa participação. Chegamos juntos á cena do crime e metemos nós mesmo o nariz por ali à volta qté que – tal como Watson – ouvimos o que Holmes consegue deduzir das cinzas de um cigarro e que nós não conseguimos.»
E já há mais uns quantos filmes para acrescentar a estes duzentos.

O filme pode ser visto na íntegra no YouTube.